terça-feira, 26 de maio de 2020

Prefeitura de Carnaíba adquire equipamento para emissão de carteira de identidade digital.

Identidade Digital dará ao cidadão maior segurança e facilidade na ...
A Prefeitura Municipal de Carnaíba adquiriu em um convênio com o Instituto Tavares Buril, equipamentos de digitalização para agilizar todo o processo de emissão de carteiras de identidade no município. 
Com um custo de R$:17.500,00(dezessete mil e quinhentos reais) este equipamento tornará tanto o atendimento dos servidores mais simplificado,  atendendo a todos os cidadãos carnaibanos que precisam emitir um novo documento.
Os profissionais que ficarão responsáveis por estas emissões participarão de treinamento específico no dia 1º de Junho para logo quando for liberado iniciarão as emissões das identidades.

Prefeitura de Carnaíba antecipa pagamento e servidores recebem nesta quinta e sexta-feira

PASSEIO CICLÍSTICO ECOLÓGICO - CARNAÍBA/PE
A Prefeitura de Carnaíba/PE, no Sertão do Pajeú, vai antecipar o pagamento referente ao mês de maio do funcionalismo público municipal.
Além de manter o pagamento dentro do mês trabalhado, a Prefeitura com a medida garante aos servidores que se programem melhor para a retirada dos salários, evitando assim aglomerações em agências bancárias por conta do novo coronavírus.
De acordo com o prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (PSB), a realização do pagamento em dia vem sendo possível devido ao equilíbrio fiscal de sua gestão, já que o município tem tido queda constante de receita com a crise causada pela pandemia.
Nesta quinta (28) recebem os servidores da secretaria municipal de educação, e na sexta-feira (29) os funcionários das demais pastas.


segunda-feira, 25 de maio de 2020

Barreiras sanitárias de Carnaíba se destacam e número de abordagens chega a 45 mil

A Prefeitura de Carnaíba, através da Secretaria Municipal de Saúde, desde o dia18 de abril, implantou barreiras sanitárias nos acessos à cidade.
As barreiras sanitárias de Carnaíba se destacam na região pela efetividade, organização e comprometimento dos colaboradores. 
Desde a sua implantação, foram realizadas mais de 45 mil abordagens a veículos.
Durante cada abordagem, os profissionais aferem a temperatura das pessoas com termômetros digitais infravermelho, se a temperatura estiver muito alta, é realizado o preenchimento do questionário para barreira sanitária, o qual é encaminhado para a Unidade Básica de Saúde da área do paciente, para que as equipes de saúde acompanhem o paciente Quando viajantes são abordados, estes, se forem ficar no município, assinam termo de compromisso.


Fonte: Ascom
Imagens: Luciano Costa

domingo, 24 de maio de 2020

Cobra de mais de 2 metros é recolhida no centro de Caruaru-PE

As pessoas que passaram na Rua Djalma Dutra, no centro de Caruaru, no Agreste de Pernambuco, presenciaram uma cena inusitada na tarde desta quinta-feira (21). Uma cobra de aproximadamente 2,15 metros estava na calçada.
"Eu estava passando e vi que tinha muita gente, aí fui lá ver o que era", contou a moradora Edna Barbosa a reportagem. Muitos presenciaram a cena e fotografaram a cobra. Mas o animal não chegou até o local sozinho.
Testemunhas contaram que o bicho foi levado por pessoas do Alto do Moura em um veículo de transporte alternativo. Eles teriam tentado acionar o Corpo de Bombeiros para pegar o animal, mas a equipe não teria atendido ao chamado por se tratar de uma área rural.
Ao final, o Corpo de Bombeiros seguiu para o centro da cidade e recolheu a cobra. Segundo a corporação, o animal será devolvido à natureza.


Fonte: Wildes de Brito

Como será a vida depois da pandemia?

Pergunta expõe contradições e desafia humanidade. Em busca de um sentido para tantas incertezas, reportagem traz reflexões de pensadores como Leandro Karnal, Miguel Nicolelis e Viviane Mosé.
Perguntar. Este é o verbo que melhor resume o que o mundo anda fazendo desde o início da proliferação do novo coronavírus. E as perguntas mais comuns que têm sido feitas neste período de crise generalizada reportam-se para o futuro. Como será o amanhã? Que tipo de vida nos espera quando tudo isso passar? Quando tudo isso vai passar? Em um, dois, três meses ou em um, dois, até três anos? Questões como essas rondam as mentes das pessoas em um quadro de insegurança extrema, em que não sabemos nem mesmo se estaremos saudáveis no fim do dia.
Na busca de um sentido para todas essas inquietações, a Folha de Pernambuco traz, neste fim de semana, reflexões de figuras importantes da intelectualidade do País. E a primeira questão que trazemos aqui – aquela sobre o amanhã – procura esclarecer como cada um pode pensar no próprio futuro mesmo diante de um cenário de tantas incertezas. “A civilização se compôs como uma bolha de ilusão que te promete o que não pode cumprir. Felicidade, estabilidade. Nunca tivemos isso, e agora estamos vivendo o mundo real”, avalia a filósofa, psicanalista e poeta Viviane Mosé (entrevista completa aqui). “A pandemia vai nos ensinar a lidar com a incerteza, a insegurança, o desconhecimento. A gente precisa se fortalecer, aprender a amadurecer em situações como essa. Estamos vivendo um processo de amadurecimento com muito sofrimento”.
Esse processo de amadurecimento coletivo diante do desconhecido comportará, por um bom tempo, as mudanças trazidas na rotina da quarentena. Exemplos disso não faltam. Na Folha Mais de 9 e 10 de maio, o repórter Edi Souza, do caderno de Sabores, mostrou os impactos da pandemia no mercado gastronômico. Os restaurantes terão de disponibilizar menos mesas, que devem ficar mais afastadas umas das outras. No último dia 7, Bruno Vinícius, de Cultura, relatou o temor nas artes cênicas sobre as restrições de entrada nos teatros. O fechamento das salas de cinema, que no futuro também devem passar por um controle mais rígido para evitar lotações, ampliou o consumo de filmes por streaming, como recorda a matéria de Daniel Medeiros publicada na última edição de fim de semana. Fora as ‘lives’, que vieram para ficar.
Da educação, com a pulverização do ensino a distância, à modalidade urbana, com a necessidade de se investir no transporte por bicicleta para evitar aglomerações nos ônibus e metrôs, os vários aspectos do dia a dia tendem, com a ajuda da tecnologia, a se adaptar à redução do contato físico nas cidades. Mas isso não significa, nas palavras do historiador Leandro Karnal, que as demonstrações de afeto deixarão de existir. “Após a gripe espanhola, houve também resistência ao toque, e ele voltou forte quando o medo diminuiu. Acho que existe uma demanda contida de afetividade com o corpo que pode significar uma era de ouro de abraços e beijos assim que possível”, considera. “Tenho pouca convicção de que uma experiência de alguns meses pode alterar um comportamento cultural de forma definitiva”.
As tendências e a natureza
Fazer previsões nunca foi tarefa simples, e muito menos segura, mas o cenário complexo de hoje aponta para algumas tendências que, para Leandro Karnal, poderão se “aprofundar” no futuro. Entre elas, enxergar o Sistema Único de Saúde (SUS) como “fundamental” e entender o papel central do Estado no combate ao vírus. “A desigualdade social foi escancarada ao vivo e em cores durante a pandemia, e a solidariedade é um imperativo de sobrevivência da nossa nação. A ideia de Estado Mínimo é, por enquanto, uma hipótese inviável”, sugere. Outra inclinação que ele destaca diz respeito aos meios de comunicação. “A imprensa livre é uma alavanca contra a onda de fake news”, ressalta.
Doutor em História Social pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Karnal observa que o povo brasileiro é historicamente marcado por contextos de crise. “Eu tenho 57 anos. Inflação disparada, crescimento zero ou baixo e sem empregos: vivi isso como jovem estudante e trabalhando nos anos 1980. Houve um pequeno período entre as eras FHC e Lula de maior crescimento e estabilidade política. Aquilo foi exceção. A doença atacou uma economia já doente e com grande exclusão de empregos formais. Como sempre, a catástrofe econômica vai significar nada para alguns, menos viagens ao exterior para outros e fome para muitos. Nem na tragédia somos iguais”, afirma.
As reflexões sobre a vida após o coronavírus vão além da realidade brasileira. A crise global provocada pela doença também acentua as contradições presentes na relação do ser humano com a natureza. Professor catedrático da Universidade Duke, nos Estados Unidos, o médico e neurocientista Miguel Nicolelis argumenta que todos esses desafios que põem em xeque o mundo que conhecemos refletem o processo que ele chama de “algoritmização” da vida humana. Na visão dele, nosso modo de organização social se desenvolveu com foco apenas no desenvolvimento tecnológico e na busca pelo lucro, distanciando-se do meio natural onde nasceu.
“Nós desenvolvemos uma tecnologia interessante, caímos de cabeça e não pensamos na fragilidade do modelo de integração global que estávamos criando. A culpa não é da China (onde o vírus começou a se espalhar), é da nossa espécie porque, ao invadir hábitats e dizimar vidas animais selvagens, entramos em contato com esse tipo de vírus que, em teoria, não chegaria a nós. A pandemia expôs nossa falta de preparo porque olhamos só na direção de como ganhar dinheiro e explorar a terra”, analisa.
Nicolelis coordena o Comitê Científico do Consórcio Nordeste, grupo de cientistas que assessora os governadores da região na adoção de estratégias contra a disseminação da Covid-19. Para o professor, a sociedade do pós-pandemia terá que se defrontar com questões que foram negligenciadas ao longo dos anos. “Como vamos melhorar a nossa saúde pública? Como vamos melhorar as formas de detecção de pandemias e de como elas começam? Como vamos poder usar a ciência para rapidamente fazer e criar vacinas? Nunca se falou tanto da ciência das vacinas como neste momento, mas até pouco tempo atrás houve um movimento crescente no mundo contra as vacinas”, recorda.
Na opinião de Viviane Mosé, o “movimento anti-vacina” é responsável pelas fake news que mais devem ser combatidas no que ela chama de “guerra da informação”. “A humanidade, nas redes sociais, está precisando construir teorias da conspiração para justificar o caos que vivemos. O modo predatório e arrogante como o ser humano se relacionou com a natureza justifica o que está acontecendo, não só na pandemia, mas no caos social, econômico e humano”, atesta.
Economia, política e direitos
Traçando como prioridades a segurança sanitária das populações e um modo de vida sustentável do ponto de vista socioeconômico e ambiental, é possível construir uma humanidade mais preparada para outras catástrofes globais e, assim, menos vulnerável aos impactos que elas possam gerar. Um dos grandes temores em relação ao “pós-pandemia” é a recessão econômica alimentada pela paralisação de diversos setores. Para a professora Marion Teodósio de Quadros, do Departamento de Antropologia e Museologia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), isso demonstra a urgência em fortalecer as políticas de assistência social.
“Vamos ter uma economia ruim, com baixas taxas de emprego, não só aqui como no mundo todo. Tem que se focar a questão do suporte que pode ser dado às pessoas. Isso é fundamental. Se você tem um sistema de saúde e um serviço sanitário, de acesso a água e esgoto, que funcionem, consegue suplantar muitos problemas. Não adianta você privilegiar o mercado, tem que equilibrar com o serviço assistencial às populações mais pobres”, defende a pesquisadora, lembrando que a cobertura de saneamento básico, hoje precária para quase metade dos brasileiros, é essencial na prevenção de várias doenças.
Atuar na construção de um modelo de vida mais solidário e colaborativo pode ser a chave para o enfrentamento de crises futuras. Marion Teodósio espera que a comunidade científica seja mais ouvida pelos governos. “O coronavírus mostrou que a ciência tem uma validade, e essa validade atinge diretamente as pessoas”, observa. Para isso, o professor Miguel Nicolelis avalia que será necessário um maior envolvimento da população na luta por direitos. Da mesma forma que os pesquisadores devem exercer uma postura mais ativa em atrair investimentos públicos para os projetos que desenvolvem. “A crise do financiamento da pesquisa é brutal. Os cientistas vão aceitando porque sair protestando não é do estigma deles. E aí nós vemos os níveis de financiamento caírem”, comenta.
Se você chegou até aqui, viu que o debate é amplo em todas as frentes. Mas, seja qual for a área em que você atue, e que também foi alterada pelo coronavírus, o amor pelo mundo é um princípio que, segundo a pensadora Viviane Mosé, deve reger as relações e modificar o caminho tomado pela civilização. “Podemos mudar esse barco porque temos tecnologia para isso. Podemos, em pouco tempo, beijar a terra e a natureza, abraçar a vida. Você muda um conceito, e a gente pode voltar, tendo uma relação maravilhosa com o mundo, onde a gente também vai consumir produto. As empresas vão vender, isso não vai mudar gravemente, não. Mas os produtos devem devolver à terra amor, e não poluição”, sentencia.


Folha PE

Coronavírus avança em comunidades quilombolas, que já somam 26 mortes

QUILOMBOS EVANGELIZADOS? - Gazeta de Alagoas - Evoluindo a informação
O avanço da covid-19 não se dá apenas nos centros urbanos, comunidades rurais também estão preocupadas com o avanço da doença. Os quilombos brasileiros já notificaram 26 mortes, conforme o último levantamento divulgado pela Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).
De acordo com a entidade, os dados revelam uma alta taxa de letalidade da doença entre os quilombolas. Já são 150 casos confirmados com média de um óbito a cada dois dias. “A desigualdade do enfrentamento ao coronavírus, que já se mostra evidente nas periferias urbanas, terá um impacto arrasador nos quilombos, se a doença mantiver este ritmo de alastramento e letalidade”, afirma a Conaq.
A quilombola Givânia Maria da Silva, doutoranda em sociologia na Universidade de Brasília (UnB), pontua que as dificuldades encontradas nos quilombos para conter o vírus são uma “extensão do que as comunidades já vivem historicamente”. A falta de acesso às políticas públicas de saúde, de educação de infraestrutura, além da falta de regularização dos quilombos são alguns dos problemas estruturais citados por Givânia que contribuem para a crise nas comunidades. 
Enquanto a Fundação Cultural Palmares, instituição ligada ao Governo Federal, registra cerca de 4 mil quilombos no país, o movimento quilombola, por meio da Conaq, reconhece aproximadamente 6 mil. Conforme explica Givânia, quase duas mil comunidades quilombolas não podem produzir nas terras que habitam por não terem o registro governamental. Dessa forma, a população é obrigada a se locomover para a cidade em busca de trabalho. 
“O alastramento maior (da doença) nos quilombos é, sobretudo, em comunidades que têm mais contato com as cidades”, afirma a especialista. Além das questões de sustento e renda, grande parte da população das comunidades precisa se dirigir às cidades em busca de atendimento de saúde. 
A Conaq afirma que “situações de dificuldades no acesso a exames e de negação de exames a pessoas com sintomas têm sido relatadas pelas pessoas dos quilombos”. Givânia pontua que as comunidades e o movimento quilombola estão agindo por conta própria: “O governo não tem atuado em absolutamente nada na linha de proteger as comunidades quilombolas”.

Resposta
Outro ponto de preocupação é a falta de acesso à internet, energia e telefones celulares dentro dos quilombos, que, segundo ela, dificulta a solicitação do auxílio emergencial de R$ 600. De acordo com a Conaq, governos estaduais e federal não disponibilizaram amparos emergenciais e medidas de proteção efetivas aos quilombos no Brasil. “Infelizmente, já temos estragos e não temos a ilusão de que ficará apenas nisso”, afirma a quilombola. 
Como resposta, o Ministério da Saúde pontua que “é responsável pela articulação de ações e fomento a políticas públicas”, mas que cabe aos gestores municipais a organização, execução e gerenciamento dos serviços e ações locais que garantam o acesso das populações quilombolas nos seus territórios.
O Ministério da Cidadania afirma que as orientações para movimentação e saque do auxílio estão publicadas na cartilha para Grupos Populacionais Tradicionais e Específicos, disponível no site do órgão. Dentre as soluções pontuadas pelo conteúdo está a locomoção até centros urbanos e acesso ao site ou aplicativo, além da obrigatoriedade de um número de celular. Procurado, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos não respondeu até o fechamento desta matéria. 

Auxílio de emergência
A Câmara aprovou, na quinta-feira (21/5), a criação e um plano emergencial para os povos indígenas durante a crise da covid-19. O projeto prevê a garantia às comunidades ao acesso a insumos para manutenção das condições de saúde. O texto vai agora ao Senado.
A relatora do projeto foi a deputada indígena Joenia Wapichana (Rede-RR). “Reforço a importância de um plano emergencial para os povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais, justamente porque são grupos mais vulneráveis em nosso país e que precisam de um fortalecimento de suas políticas públicas e do apoio dos estados e municípios, que têm pouca estrutura, principalmente aqueles que estão dentro, enfrentando esta pandemia de perto”, disse.
O plano prevê acesso à água potável e distribuição gratuita de materiais de higiene, limpeza e desinfecção para comunidades indígenas. Além disso, o texto também determina a garantia de equipes multiprofissionais de saúde indígena, que possam fazer quarentena antes de entrarem no território e tenham acesso a equipamentos de proteção individual. O projeto aborda ainda o acesso a testes e medicamentos. Também trata de estrutura para o atendimento aos povos, como, oferta emergencial de leitos e ventiladores.
O plano emergencial deverá ser coordenado pelo governo federal, pela Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), a ser executado em conjunto com estados, Distrito Federal e municípios. O substitutivo determina que a União deverá liberar, de maneira imediata, recursos à Sesai em valor ao menos equivalente ao orçamento deste ano com o objetivo de priorizar a saúde indígena em razão da pandemia.
Serão atendidos pelo plano indígenas aldeados ou que vivem fora das suas terras em áreas urbanas ou rurais e os povos indígenas vindos de outros países e que estejam provisoriamente no Brasil. Quanto aos quilombolas, incluem-se aqueles que estejam fora das comunidades em razão de estudos, atividades acadêmicas, tratamento de sua própria saúde ou de familiares. O relatório prevê a construção de casas de campanha para situações que exijam isolamento de indígenas nas suas aldeias ou comunidades.


Confira o resultado do concurso 2264 da Mega-Sena; prêmio é de R$ 6 milhões

(foto: Ana Rayssa/CB/D.A Press)
Seis loterias serão sorteadas na noite deste sábado (23/5), no Espaço Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo: os concursos 5277 da Quina; 1488 da Timemania; o 2082 da Dupla Sena; o 307 do Dia de Sorte e o 2264 da Mega-Sena. O sorteio começa a partir das 20h, mas é fechado ao público, como medida de segurança durante a pandemia de coronavírus. 
O Correio atualizará os resultados nesta página conforme os números e os concursos forem sorteados.

Mega-Sena 
Com prêmio de R$ 6.050.743,07 para quem acertar tudo, a Mega-Sena teve as seguintes dezenas sorteadas: 02 - 08 - 19 - 29 - 37 - 03. A quantidade de ganhadores da Mega-Sena e o rateio podem ser conferidos aqui

Quina
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Com prêmio de R$ 1.966.640,44 para quem acertar as dezenas, a Quina teve as seguintes dezenas sorteadas: 03 - 21 - 33 - 48 - 77. A quantidade de ganhadores da Quina e o rateio podem ser conferidos aqui

Dia de Sorte 
Com prêmio previsto de R$ 1,2 milhão para quem acertar as dezenas, o Dia de Sorte teve as seguintes dezenas sorteadas: 04 - 08 - 14 - 15 - 16 - 24 - 27. O mês da sorte sorteado foi janeiro. A quantidade de ganhadores do Dia de Sorte e o rateio podem ser conferidos aqui

Dupla Sena
Com prêmio de R$ 2.074.033,46 no primeiro sorteio e R$ 642.8841 no segundo para quem acertar as dezenas, a Dupla Sena teve as seguintes dezenas sorteadas: 02 - 21 - 25 - 31 - 43 - 47 e 09 - 14 - 22 - 35 - 36 - 45 . A quantidade de ganhadores da Dupla Sena e o rateio podem ser conferidos aqui

Timemania
Com prêmio previsto de R$ 800 mil para quem acertar as dezenas, a Timemania teve as seguintes dezenas sorteadas: 13 - 33 - 36 - 41 - 56 - 74 - 76. O Time do Coração sorteado foi o Americano/RJ (05). A quantidade de ganhadores da Timemania e o rateio podem ser conferidos aqui.